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“Recentemente, logramos êxito em abater um artefato em situação de pouso. Ficamos monitorando a atividade de uma pequena cápsula durante nove dias, onde ela fez exatamente o mesmo trajeto, nas mesmas horas e minutos. Fomos enviados para uma operação de cerco lento. (…) Finalmente conseguimos inutilizar o artefato, impedindo que o objeto decolasse na noite de 15/03/2007. A ação ocorreu num pasto não muito distante da cidade de Tasso Fragoso, no Maranhão. Nas proximidades da BR330. Duas criaturas saíram do objeto e resistiram ao cerco, recorrendo à violência e tentando evadir-se. Ambas foram abatidas a tiros. Levamos o artefato num caminhão e as duas criaturas foram embaladas e enviadas para um depósito provisório onde armazenamos em gelo até que o encarregado de transportar o material para o centro de triagem chegasse.Durante o tempo em que nós descarregamos os seres no galpão, eu fiquei sozinho com elas e fiz algumas fotos usando meu celular. Eu não tive muito tempo e não pude fazer muitas fotos em função de estar com o celular com pouca bateria e devido ao nervoso de fotografar a criatura em segredo”.
De Onde Vem Os Ets?
De vários lugares, certamente; tanto os ETs quanto os "ETs", inclusive daqui mesmo(os Ets com aspas), ou seja, do bom e velho planeta Terra. No entanto, se esta simples pergunta já traz uma enorme dificuldade de resposta, tentarmos uma definição mais específica da origem dos mesmos é tarefa extremamente mais complexa.
Os poucos relatos nos quais são apresentadas (supostamente pelos próprios visitantes) indicações de seus locais de origem disponibilizam-nos uma série de nomes exóticos, trazendo imediatamente recordações dos velhos filmes de ficção-científica classe B que tiveram, principalmente durante a década de 50, seus momentos de glória. Pior, não oferecem a menor pista de sua localização; conseqüentemente, mostram-se de todo inúteis no sentido de ser realizada qualquer tentativa de investigação séria.
Temos no entanto alguns poucos casos, durante os quais teriam sido fornecidas(direta ou indiretamente) pelos visitantes indicações mais precisas. Ao contrário do que se poderia supor, foi pior a emenda que o soneto... Na medida que se dispunha, enfim de alguns dados "concretos", as investigações realizadas comprovaram erros(ou na melhor das hipóteses dúvidas) colossais, para decepção de muitos.
Aqui são apresentados, de forma resumida, dois desses casos:
Caso Barney e Betty Hill: Sob hipnose, Betty(que não possuía nenhum treinamento em Astronomia) recorda-se de ter sido apresentada pelo líder dos Ets a um mapa estelar, que supostamente teria nele traçadas rotas de navegação. À partir de um rascunho tosco por ela posteriormente feito, uma professora de 2º grau americana, Marjorie Fish – num esforço, há que se reconhecer, admirável – montou várias maquetes tridimensionais apresentando sistemas estelares e após análises, informou que as criaturas teriam possivelmente procedido de um sistema estelar duplo da constelação austral do Retículo(daí o nome pelo qual foi alcunhado esse processo: The Zeta Reticuli Incident). Após a publicação da matéria pela revista americana Astronomy, em 1976, houve um acalorado debate no qual estiveram envolvidos a citada Sra. Fish e os astrônomos Carl Sagan e David Saunders, dentre outros, tendo sido demonstrado que a teoria "Reticuli" continha vários pontos duvidosos, e que nada efetivamente podia ser comprovado a partir dos "dados" disponibilizados por Betty e analisados por Marjorie Fish.
O Caso UMMO: Rumoroso caso com origem na Espanha, com ramificações em vários países (França e Argentina, dentre outros). Os "Ummitas", ao longo de muitos anos, disponibilizaram inúmeros textos( distribuídos a partir de seus contactos) que abordavam temas vinculados à física, astronomia, química, sociologia, política e biologia, dentre outros tópicos, recheados de conceitos revolucionários. Várias novas teorias foram apresentadas; foi utilizada linguagem científica(inclusive fórmulas matemáticas) em muitos desses escritos. O alvoroço na comunidade de pesquisadores foi grande, como era de prever-se; os documentos UMMO estariam apresentando novos enfoques a conceitos que já eram de conhecimento da humanidade. Ainda segundo os textos, os "Ummitas" teriam constituição física bastante semelhante à nossa(ao menos externamente). No entanto, incluído no enorme cabedal de informações transmitidas, verificou-se, anos após, que o sistema estelar no qual estaria abrigada a civilização "Ummita" – a estrela catalogada como WOLF 424, localizada a 14 anos-luz de nosso sistema, é do tipo anã marron (ou castanha) – bastante mais fria que nosso Sol - além de ser um sistema duplo com componnentes próximas, o que tornaria altamente inviável a existência de planetas em sua órbita, quanto mais de, na existência desses, o suporte às condições de vida nos padrões humanóides terrestres. Claro que algo está incoerente nisso tudo, na medida que os "Ummitas" assumem-se, como já mencionado, bastante semelhantes fisicamente aos terrestres. A questão do habitat "Ummita" abalou, além de muitos outros fatores, a credibilidade do processo.
E temos por fim o que denominamos de "identificação genérica": Seres que identificam-se com frases do gênero "Viemos de Sagittarius"(constelação) ou "Viemos de Andrômeda"(galáxia!!), o que significa absolutamente... nada. Muitos assumem essa identificação de lugares de forma literal, adotando uma posição em tudo semelhante ao antiquíssimo conceito da "abóbada celeste de estrelas fixas".
O conceito de "constelação" foi inventado pelos nossos antepassados, no sentido de referenciar - e muitas vezes de reverenciar - de forma a rigor aleatória, objetos, animais, personagens mitológicos, deuses, etc. Lembremo-nos de que na área(aparente) ocupada por cada uma das atuais constelações, as estrelas aí inseridas estão quase sempre a grandes distâncias umas das outras – não só dentro da bi-dimensionalidade com que as vemos(referenciadas pelas coordenadas ‘ascensão reta’ e ‘declinação’, que são respectivamente os correspondentes celestes à longitude e latitude terrestres) , mas também em termos de "profundidade", ou seja, encontram-se a distâncias diferentes do nosso sistema solar. Cito como exemplo a ( bela) constelação do Cruzeiro do Sul: as quatro principais estrelas (alfa, beta, gama e delta) encontram-se, respectivamente a 360, 570, 88 e 470 anos luz de distância. Cada uma delas contém diferentes características vinculadas à temperatura superficial e natureza dos sistemas (simples, duplos, etc.), por exemplo. Se formos considerar, adicionalmente, TODAS as estrelas – inclusive aquelas tão distantes que ainda não puderam ser identificadas, com nossos recursos tecnológicos atuais - contidas dentro dos limites do Cruzeiro do Sul(obviamente, assim , fazendo parte da constelação) teríamos milhões e milhões delas, havendo assim N possibilidades de existência de estrelas que suportem planetas capazes de permitir o estabelecimento de vida de acordo com certos padrões(pode-se utilizar aqui a Fórmula de Drake para algumas simulações). Por isso, algum "ET" que nos informe(ou que alguém imagine que esteja informando) que vem "do Cruzeiro do Sul" não estaria prestando rigorosamente nenhuma informação. Nada.
É também curioso que sempre a ciência esteja empurrando os locais de origem de supostos Ets para mais longe, à medida que novos fatos são comprovados ou descobertas são realizadas... Adamski afirmava que seus contactos procediam de Venus(antes de ser confirmado que Venus é um lugar absolutamente hostil à vida humanóide); os irmãos Duclout(Argentina) diziam que mantinham contacto com seres de Ganimede(satélite de Júpiter) – Ganimede é um mundo inóspito(no sentido de que, a despeito de recentes notícias, a existência de uma civilização tecnologicamente avançada lá residente é bastante improvável, em nossa opinião); de Marte foram tantas civilizações de lá "procedentes" que não faremos maiores comentários. Até mesmo astrônomos como o americano Percival Lowell(seu livro "MARS", aliás, é leitura interessantíssima) assumiram como fato concreto a existência de avançada civilização no Planeta Vermelho.
A questão aqui é a de que temos que ser rigorosos e procurar analisar, ou até mesmo divulgar, somente dados que possam ser de alguma forma cientificamente comprovados. Se não os temos, é preferível não especular, e se especularmos, que não seja publicamente.
Não pretendemos aqui, igualmente, assumirmos o papel do "cético profissional". Somos tão interessados na progressiva explicação do (multifacetado) fenômeno OVNI - que sem dúvida É um fato concreto - quanto qualquer outro pesquisador com honestidade de propósitos e suficiente discernimento para separar o joio do trigo. Quando - e se - algum dia a comprovação científica de eventos anômalos passar a fazer parte obrigatória de qualquer processo de investigação, aí sim teremos a Ufologia divorciada em definitivo(com o perdão da redundância) dos timbres exóticos e popularescos – panis et circensis – a partir dos quais ainda é por muitos associada e difundida.
“AS FOTOS DO ALIEN SÃO REAIS! Fotos reais não significam que seja um alien real. … Eu sei que é triste desejar que aliens sejam capturados no mole assim e do nada descobrir que são falsos, … mas o fato é que isso é mesmo 100% criação minha. Tanto o texto quanto as imagens. Na verdade, tudo aconteceu meio que por acidentte, eu estava brincando no zbrush e acabei fazendo um alien. resolvi levar o alien para o 3dsmax onde criei iluminação e texturas para ele. Em seguida fiz algumas renderizações e fotografei a tela do computador com meu celular. Olhando no celular, é impressionante como a imagem pareceu bem mais real. E então a minha cabeça começou a elocubrar toda uma história a la X files, que desencadeou neste email fictício aí. Reexportei as imagens do celular para o PC e sem tratamento algum postei ilustrando o suposto email do MIB.Tasso Fragoso foi uma cidade escolhida aleatóriamente no Google Earth.O objetivo aqui era arrumar um suporte ficcional para as imagens, e não fraudar nada em ufologia. Eu mesmo como gosto de ufologia e acho um assunto instigante, uma fronteira do desconhecido - e um fato real - jamais faria isso. Por isso mesmo que o post está categorizado como CONTO… Eu realmente acredito em ETs e acho que em breve teremos mais novidades em relação a isso. No mais, obrigado por lerem e gostarem do texto dos Aliens de Tasso Fragoso”.

Descrições das FotosAs fotografias foram examinadas por numerosas organizações ao longo dos anos, e quase todas elas concluíram que as fotografias não foram forjadas. Estas incluem o Laboratório de Reconhecimento Fotográfico Brasileiro, o Serviço Aerofotogramétrico Cruzeiro do Sul (uma organização civil brasileira), e as organizações americanas GSW, NICAP e APRO.5 O GSW acreditava que as fotografias não mostravam nenhuma aeronave conhecida ou balão experimental. Eles estimaram que o objeto teria mais de 50 pés de diâmetro, e concluíram que estava a uma vasta distância do fotógrafo. Barauna tirou seis fotos no total, mas o suposto disco não apareceu em duas delas, aparentemente por causa dos empurrões e excitação geral dos marinheiros testemunhando o evento. Para examinar metodicamente as fotografias seria sábio clarificar a ordem na qual Barauna as tomou. Para os fins deste estudo eu as chamarei de Fotografias 1 a 4 (abreviadas F1, F2, etc.). A primeira fotografia (F1) mostra o objeto se aproximando da ilha, a uma curta distância sobre o mar. F2 mostra o objeto sobre a ilha, e é esta imagem que o Oficial afirmou estar invertida quando comparada a F1 e F3. O objeto então desapareceu durante alguns segundos atrás de uma montanha chamada Pico Desejado. F3 mostra o objeto depois de seu reaparecimento em seu ponto (aparente) mais alto no céu (estranhamente, Barauna alegou que o objeto reapareceu a uma elevação mais baixa que antes, mas as fotos não confirmam isto). F3 é certamente a imagem mais intrigante das quatro. Mostra um objeto elíptico com um anel escuro cercando-o (alguns escritores o compararam ao planeta Saturno). F4 mostra o objeto saindo para o mar, perto do horizonte. Barauna tomou esta imagem final, em suas próprias palavras, quando ele pareceu parar em pleno ar por um breve período.

Pouco depois do meio-dia do dia 16 de janeiro de 1958, uma série de fotografias foi tomada de um navio ancorado próximo da Ilha de Trindade, a aproximadamente 650 milhas da costa do Brasil. O fotógrafo, um brasileiro chamado Almiro Barauna, alegou ter visto um objeto cinza-escuro se aproximar da ilha, voar atrás do pico de uma montanha e então virar e voltar por onde veio, desaparecendo em alta velocidade no horizonte. O objeto brilhava e estava rodeado por uma névoa verde, e exibiu um movimento ondulante, mudando a uma posição inclinada enquanto passava sobre a ilha. A bordo do navio com Barauna estavam outros 300 membros da tripulação, e alega-se que em torno de 50 deles teriam visto o objeto. O caso está bem documentado e há vários bons livros de referência ao leitor para um relato completo dos eventos.

As imagens da Ilha de Trindade foram selecionadas recentemente como um dos 19 casos OVNI em um relatório enviado a vários oficiais do governo de alta posição. O relatório procura chamar a atenção deles à melhor evidência disponível para a existência de naves extraterrestres.1 De fato, o consenso geral dos investigadores hoje é que as fotografias podem mostrar uma genuína nave alienígena.

Entretanto nem todos os investigadores do caso acreditaram que as fotografias fossem tão convincentes. Em 1959 o astrônomo de Harvard Donald Menzel pensou que o objeto nas fotografias era simplesmente uma aeronave vista através de névoa, embora ele posteriormente tenha revisado sua opinião, afirmando que elas eram provavelmente imagens de um modelo de disco voador que Barauna havia sobreposto em fotografias comuns da ilha.2 O relatório do Adido naval dos EUA sobre o caso, submetido ao Projeto Blue Book (a investigação da Força Aérea americana sobre o fenômeno OVNI) também concluiu que as fotografias foram forjadas, e o painel Blue Book subseqüentemente apoiou esta conclusão.3 Um fator determinante em muitas destas condenações era a credibilidade do próprio Barauna. Ele tinha sido conhecido por produzir falsas fotografias (não exclusivamente de OVNIs) e alguns anos antes havia mesmo escrito um artigo mostrando como uma famosa fotografia de OVNI tirada alguns anos mais cedo poderia ter sido forjada.4

Neste artigo eu examinarei em mais detalhe as alegações feitas por Menzel e o Oficial do Adido naval americano, isto é:

(a) avaliar a probabilidade de que o objeto que Barauna fotografou fosse uma aeronave, e tentar identificar a aeronave em questão, e
(b) avaliar alegação do oficial de que as fotografias de Barauna mostravam uma imagem invertida do objeto mostrado em duas das outras fotografias (deduzindo que as imagens sofreram dupla-exposição e conseqüentemente eram forjadas).